Roblog http://roblog.blogosfera.uol.com.br O Roblog é a casa dos robôs mais fofos, descolados e curiosos desse mundão doido. É produzido pela equipe do UOL Tecnologia. Sat, 17 Aug 2019 07:00:07 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.7.2 Pode isso, monges? Robô vira sacerdote budista em templo no Japão http://roblog.blogosfera.uol.com.br/2019/08/17/robo-vira-sacerdote-em-templo-budista-no-japao/ http://roblog.blogosfera.uol.com.br/2019/08/17/robo-vira-sacerdote-em-templo-budista-no-japao/#respond Sat, 17 Aug 2019 07:00:07 +0000 http://roblog.blogosfera.uol.com.br/?p=378

Robô Mindar trabalha como sacerdote em um tradicional templo budista no Japão – Crédito: Charly Triballeau/AFP

Um robô está recebendo fiéis e visitantes em um templo budista de 400 anos de existência em Kyoto, no Japão. O androide Mindar, que custou cerca de US$ 1 milhão, se transformou em Kannon, bodsativa da compaixão, e recita sutras budistas, além de advertir a todos, com uma voz metálica, sobre os perigos da vaidade, do desejo, da cólera e do ego.

Para os sacerdotes humanos do templo Kodaiji, o robô está adaptado ao budismo e pode, pouco a pouco, conforme a tecnologia for avançando, melhorar ainda mais sua experiência.

“O budismo não é uma crença em um deus. É seguir o caminho de Buda. É se comprometer com o caminho de Buda. E pouco importa se esteja representado por uma máquina, um pedaço de ferro ou uma árvore”, disse o sacerdote Tensho Goto, à AFP.

Mindar tem a parte superior do crânio aberta, deixando exposto seus elementos eletrônicos. Além disso, o robô possui uma pequena câmera no seu olho esquerdo e tem o rosto, as mãos e os ombros feitos de silicone para imitar a pele humana. O androide-sacerdote fica em uma sala especialmente projetada para ele.

“Pode ser difícil para algumas pessoas se comunicar com sacerdotes um pouco antiquados como eu. Espero que este robô seja uma forma lúdica de encher este vazio”, afirmou o sacerdote Goto.

O robô surgiu da parceria entre o templo zen-budista —um dos mais tradicionais do Japão— e o especialista em robótica Hiroshi Ishiguro, da Universidade de Osaka.

A instituição de ensino fez uma pesquisa entre os fiéis. Alguns disseram que sentiram um “calor que não se sente em frente a uma máquina”, enquanto outros, do contrário, se sentiram “pouco cômodos” diante das “expressões fortemente artificiais do robô”.

Alguns fiéis mais irritados acusaram o templo Kodaiji de sacrilégio.

“Os ocidentais são quem mais estão incomodados pelo robô. Fomos educados com histórias em quadrinhos em que os robôs são nossos amigos. Mas os ocidentais pensam diferente”, disse Goto.

“A grande diferença entre um monge e um robô é que nós vamos morrer, enquanto ele conhecerá muita gente e armazenará muitas informações que o farão evoluir até o infinito”, completou.

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Este robô pode ser pisado por nós e ainda resistirá, que nem as baratas http://roblog.blogosfera.uol.com.br/2019/08/03/este-robo-pode-ser-pisado-por-nos-e-ainda-resistira-que-nem-as-baratas/ http://roblog.blogosfera.uol.com.br/2019/08/03/este-robo-pode-ser-pisado-por-nos-e-ainda-resistira-que-nem-as-baratas/#respond Sat, 03 Aug 2019 18:41:37 +0000 http://roblog.blogosfera.uol.com.br/?p=372

Uma das coisas mais fascinantes sobre os robôs é que na verdade eles podem ter formas radicalmente das dos homens e demais seres vivos. Este aqui, , desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Tsinghua, na China, e da Universidade da Califórnia, em Berkeley, parece apenas uma tira de papel dobrada, mas é capaz de se mover rapidamente e sobreviver ao pisão de um adulto. Como uma barata.

Medindo três centímetros por 1,5 cm, ele consegue correr a 20 comprimentos de corpo por segundo, ou seja, 30 cm/s. Ele também pode carregar coisas pesadas, como amendoim na casca (seis vezes o seu próprio peso), mas isso diminui um pouco sua velocidade.

No vídeo abaixo, um adulto que pesa quase 60 quilos pisa o “bicho” e ele continua tranquilão.

Mas do que ele é feito? De uma camada termoplástica imprensada por eletrodos de paládio-ouro, ligados com silicone adesivo a um plástico estrutural na parte inferior. Quando uma tensão baixa, entre oito e 60 volts, passa pelos eletrodos, o termoplástico se estende e se contrai, fazendo com que as costas do robô se flexionem e o “pé” pequeno se mexa, gerando o movimento.

Os pesquisadores sugerem que robôs como estes poderiam ser usados ​​para “exploração ambiental, inspeção estrutural, reconhecimento de informações e alívio de desastres”. Claro que tudo isso é no mundo ideal e há muito desenvolvimento a ser feito, para que ele possa fazer mais além de carregar amendoins.

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#BottleCapChallenge: robô que imita humanos ‘zera’ novo desafio da internet http://roblog.blogosfera.uol.com.br/2019/07/13/bottlecapchallenge-robo-que-imita-humanos-zera-novo-desafio-da-internet/ http://roblog.blogosfera.uol.com.br/2019/07/13/bottlecapchallenge-robo-que-imita-humanos-zera-novo-desafio-da-internet/#respond Sat, 13 Jul 2019 13:34:21 +0000 http://roblog.blogosfera.uol.com.br/?p=364

Robô que imita humanos fez o desafio que virou modinha na internet (Crédito: Reprodução)

O que Justin Bieber, Kendall Jenner, Jason Statham, Mariah Carey e um robô do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) têm em comum? Todos eles ‘zeraram’ o #BottleCapChallenge, nova modinha que está rolando na internet desde o início deste mês.

Se você não tá por dentro, o desafio que viralizou envolve abrir uma garrafa de bebida com um chute – normalmente, semelhante a aqueles famosos de Chuck Norris – e depois nomeia outras duas pessoas para tentar a façanha.

E se vários influencers do Instagram, TikTok e afins conseguem fazer isso, por que não um robô?

O laboratório de inteligência artificial e ciência da computação do MIT tem um robô bem bacana, que imita gestos humanos. A ideia é legal e tem várias aplicações futuras interessantes, como nos auxiliar em trabalhos manuais que demandam, por exemplo, carregar objetos pesados.

Bom, mas não é só isso: ele também pode fazer desafios bobos da internet.

É claro que o nosso amigo tecnológico não fez o desafio de forma espetacular, como Kendall Jenner em jet ski. Como o robô chamado RoboRaise faz seus movimentos imitando o bíceps humano, a tarefa foi cumprida com a espécie de “braço” da máquina. Olha só:

Mesmo assim o feito foi legal – é só ver a cara de surpresa do pesquisador na sua frente. E, fala a verdade, a tampinha da garrafa saiu girando bonitinha para a câmera, né?

O vídeo pode ser besta, mas é uma amostra bem bacana do quão preciso o movimento desse robô é – algo de vital importância para o seu uso no futuro.

Se você quiser ver celebridades em ação no desafio, se liga no compilado abaixo:

Justin Bieber

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I nominate Tom cruise and Hailey Bieber

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Mariah Carey

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Challenge accepted! #bottlecapchallenge

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Kendall Jenner

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you asked for it @haileybieber …

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Jason Statham

Ryan Seacrest

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Also did one while skydiving but my phone died #BottleCapChallenge

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“Pequena Sophia” vem para ensinar as habilidades do futuro para criançada http://roblog.blogosfera.uol.com.br/2019/07/06/pequena-sophia-vem-para-ensinar-as-habilidades-do-futuro-para-criancada/ http://roblog.blogosfera.uol.com.br/2019/07/06/pequena-sophia-vem-para-ensinar-as-habilidades-do-futuro-para-criancada/#respond Sat, 06 Jul 2019 15:29:47 +0000 http://roblog.blogosfera.uol.com.br/?p=359

Cara e tamanho de boneca, cérebro de robô: esta é Little Sophia (Foto: Divulgação/Hanson Robotics)

Vira e mexe surge um robô pop, mas nenhum deles é conhecido como a Sophia, desenvolvida pela Hanson Robotics. Ela é cidadã da Arábia Saudita, cantora, “de família” e, como os exemplos já indicam, bem midiática.

Em 2017 ela disse que queria um bebê, desejo que a Hanson Robotics vai atender – de certa forma – no final de 2019. A empresa está com encomendas abertas para a Little Sophia, que não é bem uma filha da outra robô, mas um clone/cópia miniaturizada de 35 cm de altura.

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A empresa chama a Little Sophia de “irmã pequena” da outra máquina e a promove como um amigo robótico para crianças de mais de oito anos. A ideia é que a criançada seja cativada pelo produto, que tem como objetivo o ensino de ciência, tecnologia, engenharia, matemática, programação e inteligência artificial.

A proposta é usar o lado lúdico da robozinha, que tem rosto de boneca, corpo com design digno de personagem da série Kingdom Hearts e o cérebro característico da irmã maior, para tornar o ensino das habilidades do futuro interativo. O vídeo a seguir (em inglês) apresenta o projeto:

A Hanson Robótica diz que a pequena Sophia anda, fala, canta, brinca e até conta piadas – como a bem-humorada irmã mais velha. Fora essas capacidades, a robô faz reconhecimento e rastreamento facial das pessoas com quem ela interage, além de apresentar um “leque grande de expressões faciais”. Quem quiser (e souber) ainda poderá programar ações da robô em Blocky e Python.

Mais de 1,8 mil pessoas contribuíram à campanha de financiamento coletivo da Hanson Robotics, que vende a primeira leva de Little Sophias por R$ 569, com estimativa de entrega em dezembro de 2019. E aí, a proposta é suficiente para te convencer a investir?

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Este minúsculo mosquito robô é um marco: o primeiro a voar só com luz solar http://roblog.blogosfera.uol.com.br/2019/06/29/este-minusculo-mosquito-robo-e-um-marco-o-primeiro-a-voar-so-com-luz-solar/ http://roblog.blogosfera.uol.com.br/2019/06/29/este-minusculo-mosquito-robo-e-um-marco-o-primeiro-a-voar-so-com-luz-solar/#respond Sat, 29 Jun 2019 14:18:57 +0000 http://roblog.blogosfera.uol.com.br/?p=356 Crédito: Noah T. Jafferis and E. Farrell Helbling, Harvard Microrobotics Laboratory

O Laboratório de Microrobótica da Universidade de Harvard pesquisa e desenvolve micro-robôs há alguns anos. Em 2017, há haviam realizado um feito com o RoboBee, um pequeno híbrido capaz de voar, mergulhar e saltar da água. Agora a instituição voltou a ser notícia nesta semana com o Robobee X-Wing, versão atualizada que conseguiu, pela primeira vez, voar usando apenas energia solar.

Assim, tornou-se o veículo mais leve de todos os tempos a alcançar um voo sustentado e sem restrições. As versões prévias do pequeno inseto robótico voavam alimentadas por uma fonte de energia via cabo.

O feito pode ser visto no vídeo abaixo. Como dizem as legendas em inglês, o fiozinho que vemos preso ao pé do robô não está enviando energia para ele: serve apenas como medida de segurança, para impedi-lo de cair no chão e se espatifar.

Para conseguir um vôo livre de fios de energia, esta última versão do RoboBee passou por várias mudanças importantes, incluindo a adição de um segundo par de asas.

“A mudança de duas para quatro asas, além das mudanças menos visíveis na relação entre atuador e transmissão, tornou o veículo mais eficiente, deu mais sustentação e nos permitiu colocar tudo o que precisamos a bordo sem usar mais energia”, disse Noah T. Jafferis, um dos pesquisadores. E se você é fã de Star Wars, já deve ter percebido de onde veio o apelido X-Wing: os dois pares de asas o tornaram parecido com as famosas naves da saga espacial pilotadas pela Aliança Rebelde.

O robô pesa 259 miligramas –menos que um clipe de papel– e uma envergadura de asas de meros 3,5 centímetros. As células solares, as menores disponíveis comercialmente, pesam 10 mg cada e obtêm 0,76 miliwatts por miligrama de potência quando o sol está em plena intensidade, além de 193 volts de tensão. Isso é menos energia do que seria necessário para acender uma única lâmpada em uma sequência de luzes de Natal.

As células ficam a três centímetros de distância do corpo do robô para que a transmissão de energia não interfira no desempenho. Painéis eletrônicos no “pé” da invenção ampliam o sinal das células.

O voo histórico foi obtido em uma situação controlada de laboratório. Como está hoje, o RoboBee X-Wing precisaria do poder de cerca de três sóis da Terra para ser alimentado em tempo real, tornando o voo a céu aberto fora de alcance por enquanto. Em vez disso, os pesquisadores simularam esse nível de luz solar no laboratório com luzes de halogênio. A equipe continuará a pesquisa para reduzir a potência e adicionar controle remoto para permitir que o RoboBee voe livre por aí.

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Sua máquina de lavar louças não faz o serviço direito? Conheça esse robô http://roblog.blogosfera.uol.com.br/2019/06/22/sua-maquina-de-lavar-loucas-nao-faz-o-servico-direito-conheca-esse-robo/ http://roblog.blogosfera.uol.com.br/2019/06/22/sua-maquina-de-lavar-loucas-nao-faz-o-servico-direito-conheca-esse-robo/#respond Sat, 22 Jun 2019 07:00:06 +0000 http://roblog.blogosfera.uol.com.br/?p=347

Invenção da Dishcraft Robotics quer melhorar trabalho em cozinhas comerciais

Lavar a louça é daquelas tarefas – geralmente – simples que muita gente costuma deixar de lado até se deparar com uma pilha de pratos e copos sujos, que aí sim dão um trabalhão. A tecnologia já apresentou suas soluções a esse problema com as máquinas de lavar louça, mas mesmo elas não são perfeitas.

Elas podem poupar tempo e até desperdiçam menos água do que a lavagem normal, mas o resultado nem sempre fica dos melhores. As máquinas de hoje em dia dão aquela limpa geral que às vezes não remove uma mancha mais forte que você tiraria se estivesse com o prato e um pano na mão.

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E se a máquina de lavar louça passasse a pegar pratos com a mão e a limpá-los individualmente? É o que a Dishcraft Robotics inventou, embora com o foco em cozinhas comerciais.

“Experimentamos o ambiente das cozinhas que ninguém quer falar: as condições quentes, úmidas, escorregadias, sujas e caóticas onde são lavadas as louças”, explica a empresa em sua apresentação.

O objetivo dela é fazer com que menos humanos realizem essa tarefa ingrata em restaurantes, onde o volume de louça suja é muito maior do que na minha ou na sua casa. “As vagas vazias na indústria indicam que essa é uma tarefa ingrata”, argumenta a Dishcraft Robotics. Quer ver qual é a do robô dela? O vídeo a seguir mostra todo o processo:

Fundadora da empresa, a empreendedora Linda Pouliot quis ver como era a tarefa de alguém que passa o expediente inteiro limpando pratos, talheres e copos. Depois de sentir na pele o quão repetitiva e desgastante a tarefa podia ser, ela percebeu como essa função poderia muito bem ser substituída por um robô, o que a inspirou a criar a startup.

Um robô desses é daqueles que geram preocupação a quem teme a completa substituição da mão de obra humana por máquinas em alguns setores. O ramo culinário é um dos mais vulneráveis à automação, segundo estudos.

Empregos humanos à parte, a Dishcraft Robotics pinta um futuro positivo: “Estamos criando um ambiente de trabalho mais feliz usando tecnologia”.

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O homem mais rico do mundo tem um novo amor – e ele não é de carne e osso http://roblog.blogosfera.uol.com.br/2019/06/15/o-homem-mais-rico-do-mundo-tem-um-novo-amor-e-ele-nao-e-de-carne-e-osso/ http://roblog.blogosfera.uol.com.br/2019/06/15/o-homem-mais-rico-do-mundo-tem-um-novo-amor-e-ele-nao-e-de-carne-e-osso/#respond Sat, 15 Jun 2019 15:53:47 +0000 http://roblog.blogosfera.uol.com.br/?p=338

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Não é segredo para ninguém que Jeff Bezos, o CEO da Amazon, é apaixonado por robôs. Talvez por isso, os armazéns da varejista online sejam altamente automatizados. E, para a vida ali não virar um festival de trombadas, é necessária uma boa camada de inteligência artificial, que faz com os movimentos dos robozinhos serem tão coordenados quanto uma apresentação de balé.

Também não é segredo que o homem mais rico do mundo até bem recentemente dominava as manchetes por algo em nenhuma hipótese relacionado à computação em nuvem, varejo online ou exploração espacial — a saber, essas são as áreas de atuação de suas empresas AWS, Amazon e Blue Origin, respectivamente, que constituem seu império bilionário. O que chamava mesmo a atenção das pessoas era o conturbado processo de divórcio entre ele e sua ex-esposa, MacKenzie Bezos — que, no final, acabou virando uma das mulheres mais ricas do mundo.

Com o desfecho da separação, Bezos está aos poucos voltando a ser notícia por assuntos ligados a sua área de atuação. Na semana passada, ele juntou a fome com a vontade de comer, e os negócios se misturaram com assuntos do coração. O homem mais rico do mundo — uma carteira de US$ 117 bilhões, segundo a Bloomberg — se apaixonou, mas não era por alguém de carne e osso. Foi por um braço robótico capaz de reproduz automaticamente qualquer movimento feito pelas mãos de um ser humano.

Parece coisa de filme, mas é verdade. A máquina é uma junção de três tecnologias diferentes:

  • o braço e a mão robóticos propriamente ditos, integrados pela Shadow Robot;
  • a tecnologia táctil que faz as mãos robóticas serem mais sensíveis ao tocar objetos, desenvolvida pela SynTouch;
  • e as luvas eletrônicas usadas por quem dará os comandos à máquina, criada pela Haptx,

Tudo isso junto, funciona assim: alguém coloca as luvas eletrônicas, faz movimentos com as mãos (mover os dedos, segurar alguma coisa etc), e o braço robótico reproduzirá todos eles.

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Bezos colocou essas luvas do poder durante o re:MARS, um evento exclusivíssimo realizado em Las Vegas na última semana e promovido por ele mesmo para reunir as mentes mais brilhantes quando o assunto é inteligência artificial (Andrew Ng, criador da deeplearning, estava lá; o ator Robert Downey Jr também, afinal o cara não é só o Homem de Ferro).

Durante sua degustação da tecnologia, Bezos moveu copos de plástico de lugar, além de pegar uma bolinha com uma das mãos robóticas e passar para a outra. Entre uma coisa e outra, Bezos exclamou:

“Isso é muito legal”

Já dava para sentir que estava rolando um clima.

Sobre a mesa, havia copos plásticos, uma bolinha, um brinquedo infantil daqueles de montar e um cubo mágico. Foi curiosamente o único item que Bezos não se arriscou a manipular. Percebendo que poderia render uma boa brincadeira, ele perguntou a Alan Boyle, editor do site GeekWire:

“Você quer me ver resolve esse cubo mágico?”

“Claro”, respondeu Boyle.

“Não, muito obrigado. eu não conseguiria fazer isso com as minhas próprias mãos”, devolveu Bezos.

Depois disso deu uma de suas famosas risadas, típicas de vilão de filme de comédia pastelão. Afinal quem não quer parecer desenvolto na frente de alguém — mesmo que seja uma máquina– a quem quer impressionar?

Mas, se você chegou até aqui, deve estar se perguntando: “Cadê o amor? Cadê a paixão?”.

Meus caros, não sou de dar conselhos na vida, mas, se eu pudesse dar apenas um, seria esse: casem-se com alguém que olha para você do mesmo jeito que Jeff Bezos, o homem mais rico do mundo, olha para esses braços robóticos.

Olhe a ternura:

Jeff Bezos, CEO da Amazon, usando luvas eletrônicas para controlar braço robótico

E a surpresa:

Jeff Bezos, CEO da Amazon, usando luvas eletrônicas para controlar braço robótico

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Robô-policial-de-trânsito já dá uns ‘pitos’ em quem para em lugar proibido http://roblog.blogosfera.uol.com.br/2019/06/08/robo-policial-de-transito-ja-da-uns-pitos-em-quem-para-em-lugar-proibido/ http://roblog.blogosfera.uol.com.br/2019/06/08/robo-policial-de-transito-ja-da-uns-pitos-em-quem-para-em-lugar-proibido/#respond Sat, 08 Jun 2019 14:45:30 +0000 http://roblog.blogosfera.uol.com.br/?p=333 Robô no Singapura fiscaliza trânsito em aeroporto (Crédito: Reprodução)

Imagine você estar de boa esperando alguém no aeroporto em um lugar em que não deveria ficar parado e tomar um ‘pito’ de um… robô. Assustador, não? Pois isso já está rolando, em fase de testes, no Singapura.

Em um vídeo obtido pelo jornal The Straits Times, um robô-policial-de-trânsito aparece trabalhando e fazendo rondas no aeroporto de Changi, considerado um dos melhores do mundo. A máquina de um metro conta, na frente, com um aviso que aparece numa tela em LED: “fiscalização de trânsito em andamento”.

E como esse robô doido trabalha? Bem simples: se ele detecta um carro parado em uma área não autorizada, ele aponta sua câmera para o carro e começa a exibir na tela o recado: “proibido estacionar”.

Nada discreto e bem constrangedor, né? Se liga aí no robô em funcionamento:

O robô pertence à empresa Certis, que faz a segurança do aeroporto. Atualmente, ele está apenas em fase de testes há duas semanas fazendo patrulhas e não está autorizado a dar multas.

Esse policial de trânsito do futuro é totalmente autônomo e, segundo, porta-vozes da empresa Certs, visa encorajar um fluxo de trânsito mais livre.

Se os testes forem bem-sucedidos, a empresa diz que os robôs poderão tirar algumas exigências de trabalho de oficiais humanos do aeroporto, que seriam designados a outras funções.

Atualmente, 4 mil pessoas trabalham com a segurança do aeroporto provida pela Certis. A companhia aponta que a “tecnologia vai nos deixar fazer as coisas melhores, mais rápido e eficiente, mas nunca vai substituir 100% os humanos”.

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Matilha de cães robóticos já consegue até arrastar caminhão http://roblog.blogosfera.uol.com.br/2019/05/25/matilha-de-caes-roboticos-ja-consegue-ate-arrastar-caminhao/ http://roblog.blogosfera.uol.com.br/2019/05/25/matilha-de-caes-roboticos-ja-consegue-ate-arrastar-caminhao/#respond Sat, 25 May 2019 19:55:48 +0000 http://roblog.blogosfera.uol.com.br/?p=329

Versão robótica de um cão é bem mais poderosa do que aqueles que levam humanos em trenós

Ah, o SpotMini. Aquele robozinho bonitinho, viral, que lembra um cachorro cibernético com um braço saindo da cabeça.

A Boston Dynamics, empresa conhecida pelos seus robôs habilidosos, como o fortão Atlas e o próprio SpotMini, capaz de abrir portas, divulgou um novo vídeo do quadrúpede em ação. Em dois ângulos, uma dezena de SpotMinis trabalham em conjunto para realizar uma tarefa surpreendente: colocar um caminhão em movimento.

O vídeo não dá a ideia do que as máquinas estão fazendo. Alinhadas em duas fileiras, elas vão aparecendo aos poucos em duplas, até que o enorme caminhão aparece em movimento graças à tração das duas cordas puxadas pelo grupo.

Na descrição, a empresa explica as condições em que a tarefa foi realizada: inclinação de um grau e caminhão com a embreagem no ponto morto.

“Esses robôs Spot estão saindo da linha de produção agora e estarão disponíveis para uma gama de aplicações em breve”, afirma a empresa.

A previsão de lançamento do SpotMini é para este ano, mas não há uma data definida para tal. Em 2018, o presidente da Boston Dynamics, Marc Raibert, disse que o robô ficaria pronto para ir às vendas neste ano.

Fica a dúvida: quando você ligar o seu SpotMini ele despertará desse jeito assustador? A única certeza é que não é uma boa ideia mostrar a ele vídeos de seus criadores chutando a família Spot nos primeiros anos de desenvolvimento. Vai que ele fica bravo depois…

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Sofre para fazer uma omelete? Contrate um robô http://roblog.blogosfera.uol.com.br/2019/05/11/sofre-para-fazer-uma-omelete-contrate-um-robo/ http://roblog.blogosfera.uol.com.br/2019/05/11/sofre-para-fazer-uma-omelete-contrate-um-robo/#respond Sat, 11 May 2019 19:55:42 +0000 http://roblog.blogosfera.uol.com.br/?p=323

Ausca, o robô de omeletes do hotel M Social, em Singapura

Rodrigo Lara
Especial para o UOL

Sem falsa modéstia, admito que me viro bem na cozinha, inclusive com receitas mais complexas. Mas se tem algo que quando eu resolvo preparar o resultado é uma verdadeira “caixinha de surpresas” é omelete. Tem hora que os ingredientes ficam concentrados em um só canto, às vezes ele quebra, outras ele se transforma em uma massa disforme feita de ovos e “coisas” (queijo, presunto, cebola etc)…

É um caso perdido. Ou ao menos era: aparentemente, os meus problemas “omeletísticos” podem ser solucionados por um robô.

O uso de robôs em hotéis não é exatamente novidade. Nós já falamos aqui sobre o caso de uma rede japonesa que enfrentou alguns problemas com funcionários feitos de metal e parafusos.

Singapura tem investido bastante na modernização de sua indústria hoteleira – algo que, inclusive, é motivado por programas estatais. Um dos hotéis do país que investiu nos robôs é o M Social. Voltado a um público “millennial”, ele utiliza robôs para duas atividades mais visíveis: serviço de quarto e preparo de refeições.

No primeiro caso, trata-se do Aura, um simpático robozinho capaz de se locomover por conta pelos corredores e elevadores do estabelecimento e fazer entregas diversas, de garrafas de água a jornais.

Mas o que mais interessa a pessoas com dificuldades na arte da omelete é o Ausca. Ele é uma espécie de “robô chef” especializado no preparo desse prato e de ovos fritos.

Tudo que o cliente precisa fazer é escolher entre o tipo de prato que será preparado, o que pode ser feito com o apertar de um botão. No caso dos ovos fritos, o Ausca quebra dois ovos, os despeja na frigideira e, depois de um tempo, eles estão prontos.

Já no caso da omelete, o procedimento é um pouco mais complexo. Primeiro os clientes escolhem quais ingredientes vão querer no seu prato e os colocam em uma cestinha. A partir daí, o Ausca joga esses ingredientes na frigideira, pega uma concha de um recipiente contendo ovos batidos e despeja o líquido na frigideira.

Após algumas mexidas usando uma espátula de silicone, a omelete está pronto: quadradinho e inteiro.

Ok, esse pode não ser a omelete mais perfeita que você já viu na vida. Mas uma coisa eu posso garantir: ficou melhor do que a que eu faço, o que já é motivo de sobra para eu bater palmas para o Ausca.

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